segunda-feira, 20 de junho de 2011

Slide sobre Max Weber

Um slide sobre Max Weber, quem tiver o interrese de conheçer um pouco mais de Max Weber
Acesse o link abaixo:

http://www.slideshare.net/marcelomarega/max-weber-2258006

A TEORIA BUROCRATICA (MAX WEBER)


A teoria da burocracia foi formalizada por Max Weber que, partindo da premissa de que o traço mais relevante da sociedade ocidental, no século XX, era o agrupamento social em organizações, procurou fazer um mapeamento de como se estabelece o poder nessas entidades. Construiu um modelo ideal, no qual as organizações são caracterizadas por cargos formalmente bem definidos, ordem hierárquica com linhas de autoridade e responsabilidades bem delimitadas. Assim, Weber cunhou a expressão burocrática para representar esse tipo ideal de organização, porém ao fazê-lo, não estava pensando se o fenômeno burocrático era bom ou mau. Weber descreve a organização dos sistemas sociais ou burocracia, num sentido que vai além do significado pejorativo que por vezes tem. Burocracia é a organização eficiente por excelência. E para conseguir essa eficiência, a burocracia precisa detalhar antecipadamente e minuciosamente como as coisas deverão ser feitas.mas acaba se esquecendo dos aspectos váriaveis que se devem ser considerados, o que na sua negligencia acaba trazendo diversas disfunções na realização de ações especificas Segundo Weber, a burocracia tem os seguintes princípios fundamentais:
  • Formalização: existem regras definidas e protegidas da alteração arbitrária ao serem formalizadas por escrito.
  • Divisão do trabalho: cada elemento do grupo tem uma função específica, de forma a evitar conflitos na atribuição de competências.
  • Hierarquia: o sistema está organizado em pirâmide, sendo as funções subalternas controladas pelas funções de chefia, de forma a permitir a coesão do funcionamento do sistema.
  • Impessoalidade: as pessoas, enquanto elementos da organização, limitam-se a cumprir as suas tarefas, podendo sempre serem substituídas por outras - o sistema, como está formalizado, funcionará tanto com uma pessoa como com outra.
  • Competência técnica e Meritocracia: a escolha dos funcionários e cargos depende exclusivamente do seu mérito e capacidades - havendo necessidade da existência de formas de avaliação objetivas.
  • Separação entre propriedade e administração: os burocratas limitam-se a administrar os meios de produção - não os possuem.
  • Profissionalização dos funcionários.
  • Completa previsibilidade do funcionamento: todos os funcionários deverão comportar-se de acordo com as normas e regulamentos da organização a fim de que esta atinja a máxima eficiência possível.
Disfunções da Burocracia:
  • Internalização das regras: Elas passam a de "meios para os fins", ou seja, às regras são dadas mais importância do que às metas.
  • Excesso de Formalismo e papelatório: Torna os processos mais lentos.
  • Resistências às Mudanças.
  • Despersonalização: Os funcionários se conhecem pelos cargos que ocupam.
  • Categorização como base no processo decisorial: O que tem um cargo maior, toma decisões, independentemente do que conhece sobre o assunto.
  • Superconformidade as Rotinas: Traz muita dificuldade de inovação e crescimento.
  • Exibição de poderes de autoridade e pouca comunicação dentro da empresa.
  • Dificuldade com os clientes: o funcionário está voltado para o interior da organização, torna dificil realizar as necessidades dos clientes tendo que seguir as normas internas.
  • A Burocracia não leva em conta a organização informal e nem a variabilidade humana.
Uma dada empresa tem sempre um maior ou menor grau de burocratização, dependendo da maior ou menor observância destes princípios que são formulados para atender à máxima racionalização e eficiência do sistema social (por exemplo, a empresa) organizado.

Os 14 Principios de fayol

Abordagem Classica da Administração

segunda-feira, 25 de abril de 2011

A ESCRAVIDÃO DO RELÓGIO CHEGA Á ALIMENTAÇÃO

 A McDonaldização dos hábitos alimentares

O que nem Taylor, tampouco Ford poderiam imaginar é que seus procedimentos seriam apropriados pelas empresas que prestam serviços e atendimento direto ao consumidor final, como no caso das cadeias de lanchonetes e restaurantes que operam no sistema de fast-food. A própria terminologia “Fast-Food” é indicativa do sentido de rapidez e produtividade introduzidos e referendados pelos procedimentos do Fordismo e do Taylorismo.
Quando se referem aos métodos que utilizam, essas redes de serviços de alimentação apregoam as vantagens decorrentes da agilidade e da presteza relacionadas ao produto final que oferecem a seus consumidores.
Se alimentar fora de casa, hábito incorporado muito recentemente, a partir do advento da Revolução Industrial e do surgimento dos restaurantes, sempre demandou um tempo relativamente longo por parte das pessoas que estavam envolvidas no processo produtivo.
Quando pensamos nos restaurantes que oferecem serviço “à la carte”, temos que imaginar que os procedimentos utilizados nesses estabelecimentos incluem a seleção dos pratos pelos clientes, o encaminhamento do pedido através do maitre ou do garçom para a cozinha (isso quando não passa pela gerência que coordena as movimentações do restaurante), a seleção dos ingredientes pelo chef (cozinheiro), o preparo da iguaria e, posteriormente o servir empreendido pelos garçons.
Os restaurantes que padronizaram o sistema de “fast-food” reduziram consideravelmente os procedimentos, economizaram no atendimento ao tirar de cena os garçons e estabelecerem que os pedidos devem ser feitos diretamente no caixa; diminuíram o tempo de produção e conseqüentemente de espera em relação ao pedido ao adotarem a sistemática de produzir tudo previamente ou de deixar o trabalho totalmente segmentado para que o prato requisitado possa ser feito em questão de minutos e, constituíram uma dinâmica de trabalho tão direcionada a rapidez que dificilmente alguma pessoa se senta num estabelecimento dessa natureza e fica mais tempo do que aquele necessário para o consumo de seus pedidos.
O estabelecimento dessa rapidez nos serviços também proporcionou o surgimento de produtos que pelo fato de serem produzidos em série, utilizando os mesmos procedimentos e matérias-primas, também são caracterizados como padronizados. Abriu-se mão da sofisticação, dos sabores diferenciados, da experimentação em função da praticidade, da velocidade e, por que não dizer, da produtividade não apenas dentro das próprias lojas, mas também em favor das sociedades e comunidades onde as mesmas estão estabelecidas.
Na prática significa dizer que restaurantes como o McDonald’s (considerado pelos especialistas como a matriz dos procedimentos no setor de alimentação) colaboram com a agilização do sistema capitalista ao proporcionarem um horário de “refeições” que se resume a alguns minutos.

MACHADO, João Luís de Almeida . A ESCRAVIDÃO DO RELÓGIO CHEGA Á ALIMENTAÇÃO . Disponível em: <http://www.planetaeducacao.com.br/novo/impressao.asp?artigo=306>. acesso em:  abr. de 2011.

FAYOL SUA IMPORTÂNCIA PARA ADMINISTRAÇÃO MODERNA

Fayol (1841-1925) fez parte da perspectiva clássica e tinha ênfase na estrutura, assim criou a Teoria Clássica da Administração que tinha como objetivo aumentar a eficiência da organização através da estrutura bem definida. Nessa teoria destacou as funções básicas da Empresa: Funções técnicas; comercias; financeiras; de segurança; contábeis e administrativa essa ultima deveria (Planejar; Organização; Dirigir e Controlar) a empresa.
Fayol definiu os princípios gerais da administração que ainda são considerados por administradores contemporâneos, em 1916 ele escreveu 14 princípios, são eles: Divisão do trabalho; Autoridade e Responsabilidade; Disciplina; Unidade de Comando; Unidade de Direção; Subordinação dos interesses individuais aos gerais; Remuneração do pessoal; Centralização; Cadeia Escalar; Ordem; Equidade; Estabilidade do Pessoal; Iniciativa; Espirito de Equipe. (BY: Ericson Sotero)

PRINCIPAL SEGUIDOR DE TAYLOR


Henry Ford (1841-1925) Foi o principal seguidor de Taylor e através de seus conceitos ele criou a linha de montagem que proporcionava uma produção mais organizada, que visava tanto à quantidade quanto a qualidade, por um custo mínimo.(BY: Ericson Sotero)